terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Diálogo en el Foro Social Mundial 2009

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“Retos para el uso de los recursos naturales por las comunidades de la Amazonía fue el tema del Diálogo propuesto por el Consorcio Iniciativa Amazónica, en conjunto con la UNAMAZ (Asociación de Universidades de la Amazonía) y el Proyecto ForLive, el 29/jan, durante la edición Pan-Amazónica del Foro Social Mundial 2009 (FSM).

La participación del público del FSM fue masiva, entre representantes de universidades (USP, UFC, UFAM, UFPA, UEPA, UFPEL, UFRGS), movimientos sociales (ASMAMI, Articulación Parintins Ciudadana, APRAPAF, Foro Mov.S. BR-163, APR, PPM-Mozambique) e instituciones (IPÊ, ICRAF, CIAT/CIM, EMATER, COMAPEJ-Baixo Amazonas,TNC, SESPA, SAGRI).

A seguir, algunas conclusiones extraídas del diálogo:
- Además de los programas de investigación, es necesario resolver problemas de analfabetismo y de la movilidad de las personas de las comunidades y de sus productos;

- El investigador necesita dejar de ser un emisor y convertirse en a receptor en el flujo de comunicación con las comunidades;

- Las investigaciones son hechas y ni siempre vuelven a las comunidades. Es necesario mejorar la socialización de los resultados;

- La burocracia de los programas gubernamentales no van con el tiempo y la dinámica de las comunidades;

- Aprovechar oportunidades como el turismo comunitario;

- Reforzar investigaciones en áreas como la etnoconservación;

- Entender realmente el significado del término Servicios Ambientales.

¿Y usted, qué opina?

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“Desafios para o usos dos recursos naturais pelas comunidades amazônicas” foi o tema do Diálogo proposto pelo Consórcio Iniciativa Amazônica, em conjunto com a UNAMAZ (Associação de Universidades da Amazônia) e o Projeto ForLive, dia 29/jan, durante a edição Pan-Amazônica do Fórum Social Mundial 2009 (FSM).

A participação do público do FSM foi massiva, entre representantes de universidades (USP, UFC, UFAM, UFPA, UEPA, UFPEL, UFRGS), movimientos sociais (ASMAMI, Articulação Parintins Cidadã, APRAPAF, Fórum Mov.S. BR-163, APR, PPM-Moçambique) e instituições (IPÊ, ICRAF, CIAT/CIM, EMATER, COMAPEJ-Baixo Amazonas,TNC, SESPA, SAGRI).

A seguir, algumas conclusões extraídas do diálogo:
- Além dos programas de pesquisa é preciso resolver os problemas de analfabetismo e da mobilidade das pessoas
das comunidades e os seus produtos;
- O pesquisador precisa deixar de ser emissor e virar receptor no fluxo de comunicação com as comunidades;
- As pesquisas são feitas e nem sempre voltam para as comunidades. É preciso melhorar a socialização dos
resultados;
- A burocracia dos programas governamentais não vão com o tempo e a dinâmica das comunidades;
- Aproveitar oportunidades como o turismo comunitário;
- Reforçar pesquisas em áreas como a etnoconservação;
- Entender verdadeiramente o que significam termos como serviços ambientais.

E você, o que opina?

5 comentários:

  1. Hola, soy Flávia Cunha y formo parte de la Unidad de Comunicación del consorcio IA.
    Por parte de la unidad, me gustaría compatir con ustedes algunas fotos del Diálogo, a través del link:
    http://picasaweb.google.com/ConsorcioIniciativaAmazonica/Participacion_IA_FSM#

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  2. Parabéns pelo estande no FSM

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  3. Minha opinão pessoal sobre o tema"Desafios para uso dos Recursos Naturais pe las Comunidades" ocorrida no dia 29 Janeiro, na UFPA:
    o Tema fue é muito interessante, porque comunidades nativas da Amazônia, precisan de muita ajuda, capacitaçao interinstitucionais, agrícola e florestal.E também apoio financiera para comprar ferramentas e insumos que ajudaria a melhorar a produção de suas árvores nativas e por conseguinte uma vida digna para elas é suas crianças
    Irma Mansilla Acosta

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  4. Bom, meu nome é Fernando Scheibe e sou professor adjunto do Instituto Natureza e Cultura da UFAM em Benjamin Constant. Embora seja da área de Letras, ou por isso mesmo, preocupa-me o rumo que vem tomando o desenvolvimento aqui da mesoregião do Alto Solimões. Região esta marcada até agora por uma grande diversidade não apenas natural, mas social. Confesso ser um "anti-desinvolvimentista" ferrenho e acreditar que o quanto mais conseguirmos frear o desenvovlimento capitalista - enquanto não se realiza aquele desejo categoricamente expresso por Graciliano Ramos em seu Auto-retrato aos 56 anos: "desejo a morte do capitalismo" - nessa e em todas as outras regiões do planeta, melhor (ou menos pior). É nesse sentido que vai minha provocação, que timidamente expressei durante nosso Diálogo: pareceu-me que todas as propostas então apresentadas, da questão do "mercado de carbono" às interessantes iniciativas do governo paraense expostas pelo prof. Anderson, por melhor intencionadas que sejam, limitam-se a uma perspectiva de integração "o menos dolorida possível" ao mercado capitalista mundial. Talvez elas representem o horizonte do possível em nosso contexto histórico, mas acho que não podemos esquecer que se trata de uma espécie de pis aller e que a passagem a uma outra lógica (deixemos de lado a questão: seria ainda uma lógica?) para o relacionamento do humano com o humano e do humano com a natureza continua necessária e urgente.

    desculpa o tom meio grandiloquente.

    Aproveito para congratular aqueles que estão, tão diligentemente, mantendo acesa a chama desse diálogo

    abraços
    Fernando.

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